FLAMENCO, TAPAS E ALEGRIA – SEVILHA – ESPANHA

Sevilla ou Sevilha, para mim, a cidade do Flamenco!  Estava ávida por ver esta dança que tanto me fascina. Esta foi a cidade que mais tempo permanecemos na Espanha. Indicada por nossas filhas, resolvemos nos quedar por mais tempo aqui e aproveitar melhor o que a cidade e a região ofereciam.

Sevilha é uma cidade espanhola situada a sudoeste da península Ibérica, é a capital da Província de Sevilha e situa-se na Comunidade Autônoma da Andaluzia.

Sevilha é a quarta maior cidade espanhola (703 206 habitantes) e a quarta maior área metropolitana por número de habitantes (1 493 416 na área metropolitana, de um total de 1 900 224 na província) (2009).

Centro de Sevilha.

Margeada pelo Rio Guadalquivir, Sevilha foi ocupada pelos povos árabes e possui um importante legado deste período. Foi um próspero porto comercial com as Américas, o que contribuiu com seu desenvolvimento econômico e cultural.

Transporte público em Sevilha. Os eficientes trens elétricos.

A capital da Andaluzia é alegre e movimentada, compondo, junto com o patrimônio histórico mundial, um cenário único.

Centro histórico de Sevilha.

«Sevilla es especial porque emociona y se emociona, porque da cuerpo a la belleza y a la gracia de los sueños»

Plácido Domingo

PRAÇA DE ESPANHA

Caminhando, no primeiro dia de visita à Sevilha, nos deparamos com a imponente Praça de Espanha. A praça foi construída para a Exposição Ibero-americana de 1929. Obra de Aníbal Gonzáles, tem seu estilo renascentista integrando três elementos típicos da cidade: o azulejo, a cerâmica e a forja. Formando um semi círculo, possui 2 torres, em cada lado do edifício central.  As imagens retratam a beleza deste lugar.

Praça de Espanha
Muitos turistas passeiam pelos canais da Praça de Espanha.
Obra de Aníbal Gonzáles.
Praça de Espanha, inaugurada em 1929.
Passeios diversos são oferecidos (sempre pagos).
Detalhes na Praça de Espanha.
Bem que o Rômulo queria levar um destes postes para casa, de tão apaixonado pelos azulejos.
Detalhes na Praça de Espanha. Beleza por toda parte.
O Parque Maria Luisa.

Dentre nossos objetivos de visita estava o conjunto monumental formado pela Catedral, o palácio dos Reis Alcázares e o Arquivo de Índias, todos declarados Patrimônio Mundial, pela Unesco.

 

CATEDRAL DE SEVILHA

Como primeiro ponto, no bairro de Santa Cruz, o templo gótico (católico) construído sobre a Mesquita Maior (muçulmana). Boa parte foi destruído no terremoto de Lisboa, de 1755. Resta, imponente, o registro da herança árabe, na famosa Giralda, do Século XVI, e no pátio das Abluciones e a atual Puerta del Perdón.

A Giralda.

«Soy hermosa y agraciada,

tengo gracias más de mill,

llámanme Gira Giralda,

hija de Giraldo Gil»

Canción del siglo XVI

Porta do Perdão. Catedral de Sevilha.

Foi convertida em templo cristão em 1248, quando o Rei Fernando II de Castilla conquista a cidade.

Catedral de Sevilha.

O túmulo de Cristóvão Colombo está nesta igreja, assegurando os restos mortais deste homem tão importante para a América Latina. Respira-se história em cada passo por Sevilha.

Túmulo de Cristóvão Colombo.

A Catedral Metropolitana de Santa María de la Sede possui cinco naves, sendo que a principal possui 36 metros de altura.

Respeite os horários para visitação turística.
Muitos templos, atualmente, são mantidos graças às doações dos turistas.
No livro dos recordes, devido à sua largura.
Outra vista da Giralda. Belíssima!

TAPAS

As Tapas, marca da culinária desta região, são aperitivos servidos em bares e restaurantes, geralmente acompanhados por uma bebida, são carregadas de cultura e expressam o jeito de ser do sevilhano.

Tapas. Impossível provar 10% da oferta de diferentes petiscos numa semana em Sevilha e região.

Particularmente, após alguns dias na Espanha, estávamos já exauridos de comer as, inicialmente, desejadas tapas. Loucos por um ‘prato de comida de verdade’, acabamos nos fartando num restaurante italiano, numa das noites.

Algumas agradam imediatamente, outras são estranhas até na nomenclatura.
Bocaditos.
A pedida! Amamos vinho, mas tem uma hora em que a cerveja é a melhor opção, ainda mais quando acompanhada de uma Tortilla Espanhola (de batatas e ovo) e azeitonas (oferecidas pelo bar).
Hard Rock Café. Um bom lugar em qualquer lugar do mundo.

SURPREENDA-SE! ENCANTE-SE!

Sevilha seguiu nos encantando e surpreendendo em nosso caminhar. Em cada esquina algo para aprender, comparar, vivenciar.

Lindo ver o estímulo à amamentação.
Parques e caminhos.

Em Sevilha nos encantou tanto a magnitude de seu patrimônio histórico arquitetônico, quanto as tendinhas de tempero, a forma de viver de sua população. As vestes, ligadas ao Flamenco, são um capítulo à parte. Apaixonei-me em cada vitrine!

Temperos.
Moda flamenca.

Caminhar por Sevilha é ter a possibilidade de se encantar por cada detalhe.

Sempre há solução quando queremos preservar uma árvore.

 

FREE TOURS

Todos os dias, às 10 h, na Praça Nova, presencia-se a união de um grupo de pessoas, das mais variadas origens que, em torno de um guia que fala espanhol e outro que fala inglês,  partem para os free tours pelo Casco Histórico.

Descobrimos os Free Tours por Sevilha e nos encantamos. Os guias são excelentes. A ideia é oferecer passeios gratuitos (é bom agendar antes), mas, se gostar, ao final  é recomendado dar uma gorjeta ao guia. Fizemos dois tours, um pelo centro histórico e outro pelo Bairro Triana. Recomendamos!

Pilar, a nossa guia.

Dentre os locais visitados, a Torre da Prata e a Torre de Ouro, a Real Fábrica de Tabacos, além das já citadas Praça de Espanha e Catedral de Sevilha. Praças, palácios e monumentos. Um pouco do que vimos, aqui, em fotos.

Torre de la Plata

A Torre del Oro foi construída no período de ocupação muçulmana, entre 1220 e 1221 pelo governador Abù-l-Ulà. Possui um desenho dodecagonal e mede 36 metros de altura. Foi edificada para defender a cidade das invasões, permitindo a visão do rio, defendendo o Alcázar. Atualmente, alberga o Museu Naval. Bela vista desde seu terraço.

Torre del Oro.

REAL ALCÁZAR

Este é um dos monumentos, melhor dizendo, um conjunto de monumentos e jardins que melhor reflete a mudança do poder na ocupação da cidade e, importantíssimo, a preservação do que o outro havia feito, adaptando e ampliando. Assim a cidade foi se construindo. Romanos, muçulmanos, espanhóis, cada qual foi deixando seu legado.

Uma cidade aberta ao mundo, assim definem Sevilha. O porto interior, graças ao rio Guadalquivir, fez com que daqui partissem a cerâmica e, também, o azeite, o vinho e o mercúrio. Dado a esta riqueza, sempre foi uma cidade disputada.

A tradição da cerâmica tem influência muçulmana, no caráter geométrico e no uso do dourado. Ainda apresenta a influência gótica, nos temas figurativos de origem têxtil e,também, renascentista, nos numerosos padrões estéticos romanos.

O conjunto do Real Alcázar de Sevilla tem sua origem na antiga Hispalis romana, a Spali do tempo dos godos, na alta Idade Media, quando a cidade passou a se denominar Ixbilia.  Posteriormente, no começo do século X, o Califa de Córdoba Abderrahmán III an-Násir ordenó, em 913, ergueu um novo prédio do governo, a  Dar al-Imara.

Porém é Pedro I “el Cruel” (séc. XIV) que contribuiu com a ornamentação do conjunto. 

 

Sus murallas encierran numerosas dependencias, suntuosos salones y románticos patios. Sus amplios jardines, con elementos árabes y renacentistas, enmarcan todo el conjunto.

Limões e laranjas (amargas) sempre presentes em seus jardins. 

FLAMENCO

A música, o canto e a dança símbolos da cultura espanhola pode ser assistido nas ruas, em bares e em casas de espetáculos. Quando nos deparamos com a primeira apresentação na rua, não pude evitar a emoção e ‘uma lágrima rolou’ em meu rosto.

Diversas culturas contribuíram com esta música e esta dança: cigana, mourisca, árabe e judaica.  A energia da música nos envolve. É possível sentir a emoção dos músicos e dançarinos. Impossível não lembrar de Paco de Lucía,  que tanto propagou está música, com sua ‘guitarra’.  Eventos ligados à cultura da moda flamenca são realizados em Sevilha. Infelizmente não estávamos na cidade no período do SIMOF, mas fiquei curiosa pelo mesmo. Fica a dica para quem se interessar pelo tema.

Para uma das noites, havíamos reservado o espetáculo no Museu del Baile Flamenco. Queríamos fugir do modelo ‘caça turistas’ que oferece um jantar sofrível, seguido de uma apresentação lamentável. Fizemos uma boa escolha e recomendamos!

Chegando mais cedo, é possível  visitar o museu, com espaço multi mídia e, ainda, a loja do Museu.

Antes, uma passadinha no pequeno balcão bar, onde é comercializada a sangria.

E prepare-se para o espetáculo!

El flamenco de los gitanos no tiene nada que ver con el flamenco para los turistas. El flamenco real es como el sexo. -Klaus Kinski.

Ella estaría a medio planeta de distancia, flotando en un mar turquesa, bailando a la luz de la luna con la guitarra flamenca. -Janet Fitch.

Me gustaría hacer algo juntos del estilo flamenco, como Handel, Bach, Muddy Waters. Si pudiera conseguir ese sonido, estaría feliz. -Jimi Hendrix.

CASA DE PILATOS

Não, ele (o Pilatos) não viveu aqui.  O nome se deve a placa de uma das passagens da via sacra, localizada próxima à casa.

Este palácio, do século XV, fruto da união de Enríquez e Ribera, é visitado devido à sua arquitetura e, também, pelo amplo acervo de obras de arte.

BAIRRO TRIANA

Outro passeio que reservamos no Free Tours (fundamental reservar este) foi pelo famoso bairro que deu origem às tapas e que abriga muitas lojas de cerâmica: Triana.

Conta a lenda que Triana surgiu quando a deusa Astarte se refugiou de uma perseguição amorosa de Hércules (que teria fundado Sevilha), fugindo para o outro lado do Rio Guadalquivir, fundando o bairro.

Triana era o bairro pobre quando do esplendor de Sevilha, considerada a Capital do Atlântico no Século XVII. Isolada, já que as pontes seriam construídas somente no Século XIX, empenhou-se em desenvolver a cerâmica, as olarias, as carpintarias, as mais diversas oficinas, fornecendo produtos para o lado rico do Guadalquivir.

Nos interessamos pela etimologia do nome do bairro. O mesmo interesse tiveram vários pesquisadores. Tradicionalmente, se afirma que o nome advém do fato de ter sido colonia romana, fundada pelo Imperador Trajano, nascido em Itálica, Trajana-Triana. Outros afirma que o nome provém de uma fórmula de compromisso entre os celtiberos e os romanos, tri, três, do romano e ana, rio, de origem celtibero, já que nesta zona o rio se dividia em três.

Seus habitantes possuem grande orgulho de terem nascido em Triana e gostam de ostentar isso.

O bairro foi  tradicionalmente associado aos ciganos (que ao longo da história foram expulsos do lugar), mas hoje é raro encontrá-los em Triana, que se tornou um dos locais mais desejados e caros de Sevilha. Seu centro histórico, atualmente, é muito visitado pelos turistas, durante o dia e à noite, quando diversas casas de tapas e bares com flamenco lotam de pessoas ávidas por diversão.

A igreja de Santa Ana, é a mais querida pelos trianeros, como se denominam os aqui nascidos. Construída em 1276, por ordem do Rei Afonso X, possui o estilo gótico-mudéjar. Daqui partem importantes procissões, nas festas da Semana Santa, com as Hermandades.

Monumento a La Alfarería y La Soleá

Ponte de Triana

A Ponte de Triana, como é conhecida a Ponte Isabel II, atravessa o rio Guadalquivir, em Sevilha. Une o centro da cidade ao bairro de Triana cruzando o rio, desde o século XIX.

O emblemático Rio Guadalquivir.

Junto à Ponte de Trina é possível avistar dois pontos importantes, a Capilla del Carmen e o Mercado de Triana. Atrás da Capela, se encontra o Castillo de San Jorge, atualmente em ruínas, devastado pelo aumento do leito do rio e também pelo descaso. Esse Castelo guarda uma triste história, surgiu em 1171 e, durante o século XV, foi sede da inquisição.

A história também reserva passagens tristes.

DIVERSÃO NOTURNA

A cidade ferve à noite. Isso se deve ao intenso calor da tarde (principalmente no verão, claro) , que modifica os hábitos locais, fazendo com que a sesta seja prolongada e a população só volte às ruas após o pôr do sol. Assim, vive-se à noite.

Após atravessar o rio, conhecemos o Plaza Nueva, 9 Um mercado transformado em local para beber e comer, ou passear e conversar, somente.

A

É uma cidade mais jovem. Movimentação noturna intensa. Mesmo no inverno os bares estão lotados. Até com chuva os espanhóis seguram os guarda-chuvas e permanecem nas mesas na rua. Isso é fantástico!

 

AIRE

Uma das experiências mais legais que vivemos nesta viagem, foi um presente que eu quis dar para o Rômulo, o banho árabe no Aire. Uma casa espetacular, pois conseguiu trazer uma tradição de volta, os banhos árabes, aproveitando um prédio antigo que estava em desuso, revigorando a experiência tradicional, transformando-a numa vivência que atrai jovens e adultos de várias partes do mundo. Banhos quentes, gelados, com sal onde se flutua, banheiras de hidromassagem, música agradável, muitas velas, incenso, um clima romântico e aprazível. Daqui a pouco, se abre uma porta e assistimos, de dentro da piscina uma apresentação com dois músicos, violino e violoncelo… duas horas de hedonismo. Retiramos nossos pertences, que ficam em um sistema super seguro de cofres e senhas. Recomendamos um banho e que sequem bem os cabelos. Não o fiz e acabei gripando e fiquei, desta vez eu, de cama no dia seguinte. Em viagem até o corpo reage mais rapidamente e, com os carinhos do Rômulo que providenciou as refeições em casa, me recuperei.

Não é permitido fazer fotos. Então, acesse o site deles, aqui, e veja a lindeza deste lugar!

Como ponto negativo, foi a primeira cidade em que nos sentimos inseguros. Nos foi recomendado a não chegarmos a determinado bairro, já que ‘nem a polícia entra aí’. Conhecemos bem essa realidade no Brasil e nem se compara a insegurança do nosso país com a espanhola. De qualquer forma, sugerimos  ter atenção com os pertences deixados nos carros (não é recomendado) e com o lugar em que escolher estacionar.

 

CURIOSIDADES

 

O apartamento da Paloma que locamos pelo AIRBNB.

 

Quer saber quanto custa uma manicure na Espanha?

 

DICAS PARA UMA AGRADÁVEL VIAGEM:

Viaje tranquilo com o Seguro de Viagem da Mondial

Escolhemos uma hospedagem em AIRBNB, já que permaneceríamos  várias noites. Endereço: 6 Calle Huestes 4 – Paloma nos recebeu e nos presenteou com um mapa. Boa localização, apartamento simples, mas espaçoso, num prédio típico sevilhano, com pátio interno.

Catedral de Sevilha – imponente, ‘reciclagem do patrimônio’, como disse a guia. Visita imperdível!  www.catedraldesevilla.es  – 9€ por pessoa

A melhor visita foi no Alcazar de Sevilla – Patio de Banderas, s/n – Pagamos 19€ (caro!) mas super valeu a pena!

Museu del Baile Flamenco – C/ Manuel Rojas Marcos, 3 – www.museuflamenco.com – Vale assistir ao show e tomar uma sangria, antes aproveite para dar uma olhada pelo museu (pequeno) e passar pela loja (compramos um leque).

Torre del Oro – Horários: de segunda a sexta-feira das 9:30 às 18:45 horas. Sábado e domingo das 10:30 às 18:45 horas. Tarifa: 3€ | Estudantes – 1,5€

Casa de Pilatos -mais informações aqui.

Free Tours Sevilla – Reservas aqui.

Usamos muito o trem elétrico – 1,40€ por viagem. Facilidade e conforto.

Não perca a experiência do Aire de Sevilla – http://www.airedesevilla.com/

Super Mercado Mas – não nos conquistou como os da Itália e da França. Gastamos 20,28€ para compras básicas (18 itens) . Fantástico ver o preço dos vinhos e espumantes, muito baratos. Compramos bananas. Elas vem das Ilhas Canárias. O custo por umas 5 bananas é de 1,47€.

 

Restaurantes

Na chegada, apelamos por uma Pizza Hut  – perto de casa, já que iríamos trabalhar. Acabamos fazendo o mesmo no penúltimo dia. Uma pizza média custa 8€.

Almoçamos no El Corte Ingles, um menu com entrada (sopa) e prato principal, mais água e cafezinho, por 21,90€.

Ultimo dia fiz uma massa ‘em casa’. É possível, por menos de 6€,  fazer um almoço completo.

VIPS Viapol – para um lanche junto aos Sevillianos. Pagamos 15,70€ por dois sanduíches e mais dois sucos.

Tapas: Recomendamos a La Bodega, localizada na Calle LaAlfalfa, 4.   Tomamos uma cerveja e comemos algumas tapas de bacalhau e camarão. O que mais gostamos foi do ’Bacalao Viuda’. O almoço custou 15,65€. Mas por aqui há muitas outras casas de tapas, experimente!

Não deixe de conhecer a Plaza Nueva, 9 Um mercado transformado em local para beber e comer… Pedimos duas empanadas na ‘La Empanadería’ por 6,40€ –bom para um lanche.

Hard Rock Spain – Calle San Fernando, 3 – pagamos 2,15€ por cada café e mais 2,95€ por uma água. Mas vale, pelo ambiente, música e WiFi. www.hardrockheals.com

O tradicional Patio San Eloy, vários endereços – fomos no da Mateos Gago, 4, bem próximo à Catedral – comemos 4 montaditos (pequenos sanduíches) mais duas taças de vinho e uma água – total  14,95€.

Para mais informações, visite o site do Turismo Espanha.

Todos os caminhos.

Ao findar este longo post, tenho que concordar com Ferran Adrià:

«Sevilla no se puede explicar, hay que vivirla. Tiene un alma única»

Ferran Adriá

No próximo post vamos contar as visitas às outras cidades da região.  Estando em Sevilha, optamos por visitar Cordoba e Jerez de la Frontera.  Vai ser muito bom compartilhar mais esta vivência com vocês!

CONHEÇA NOSSA HISTÓRIA:

No início de 2017 nos permitimos vivenciar uma experiência por 4 países da Europa. Veja post aqui e conheça nossa história.

Em janeiro passamos 16 dias aproveitando o Norte da Itália. Iniciamos por Milão, passando por Verona, Valpolicella, Conegliano, Padova, Bolonha, Ferrara, Siena e outras várias cidades da Toscana, Gênova, Bra e outras cidades do Piemonte, finalizando em Milão, novamente. Daqui partimos para a França, incluindo Bordeaux, depois Espanha, incluindo Bilbao,  Salamanca e Portugal, totalizando 54 dias de viagem.

 

Um turista fez a gentileza de nos fotografar. Registro de nossa passagem por Sevilha. Viajantes maduros e felizes.

IMPORTANTE:

A viagem (Europe Trip) do Viajante Maduro (Itália, França e Espanha) não tem qualquer patrocínio, nem conflito de interesse. A opinião aqui expressa é a nossa verdade! A autoria das fotos é de Ivane Fávero.

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