Pirenópolis – Goiás: dicas para bem aproveitar este charmoso destino turístico do Brasil!

 Pirenópolis estava em meu coração desde minha viagem para uma reunião de trabalho nesta bela cidade, há uns 10 anos! Sonhava em levar o Rômulo, um apaixonado por patrimônio histórico material e imaterial. Acabei me encantando ainda mais, pois pude conhecer seus principais atrativos e fazer mais queridos amigos. Lá ficamos por 5 dias, um período recomendado para bem aproveitar toda a diversidade de ‘Piri’, como os moradores carinhosamente denominam a cidade. E, ainda assim, não vimos tudo! Ah, e o Rômulo já elegeu Pirenópolis como uma das mais charmosas cidades do Brasil!

Nossa viagem contou com o inestimável apoio da Secretaria de Turismo – Prefeitura de Pirenópolis e de todos os empreendedores que vamos apresentar. Agradecemos imensamente! Um agradecimento especial à Secretária de Turismo, Vanessa Leal, que não mediu esforços para nos apresentar o melhor de Pirenópolis e, ainda assim, sempre afirmava: “terão que voltar e ficar mais tempo, pois há muito mais para se vivenciar aqui… e ainda teremos muitas novidades”!

Breve Histórico

Pirenópolis foi fundada em 07 de outubro de 1727. Sua formação se deu por bandeirantes portugueses em busca de ouro, com o nome de Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte e, mais tarde, Cidade de Meia Ponte. O Garimpo teve o auge em 1750 e sofreu a decadência em 1800. Após exaurir as minas de superfície (aluviões dos rios) voltaram-se, os meiapontenses, para a agricultura, pecuária e comércio tropeiro. O principal produto agrícola foi o algodão, produto de exportação que ia direto para a Inglaterra e era considerado como uma das melhores fibras do mundo. Havia também a produção de cana-de-açúcar para o comércio regional. Períodos de crise fizeram a cidade sofrer decadência econômica, o que também auxiliou na preservação do patrimônio material e imaterial. Em 1890 adotou-se o nome Pirenópolis, a cidade dos Pireneus, suma referência aos Montes Pirineus da Europa, divisa de Espanha com França, já que a Serra da cidade lembrava estes montes. A cidade goiana de Pirenópolis permaneceu praticamente isolada até meados da década de 1960, quando Brasília começou a ser ocupada.

 

Em 1989, a cidade foi tombada pelo IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, como conjunto paisagístico e em 1997 iniciou-se um projeto de revitalização do Centro Histórico, quando a Igreja Matriz, o Cine-Pireneus, o Teatro de Pirenópolis e outros monumentos foram restaurados, reformados e reconstruídos criteriosamente.

O turismo teve um forte impulso a partir do ano 2000, com a divulgação  de Pirenópolis – Goiás pelo Governo do Estado, por meio de novelas, mídia televisiva e impressa, além do carnaval carioca. Hoje o turismo é uma das principais atividades econômicas do município.

Pousada Cavaleiro dos Pireneus – Uma das mais especiais hospedagens de nossas vidas

Chegamos a Pirenópolis, cidade tombada pelo IPHAN como Patrimônio Histórico Nacional, num domingo de chuva (bem-vinda neste período) e fomos direto até a Pousada Cavaleiro dos Pireneus, localizada a 2,5 km do centro histórico.

Sabia que fazia parte dos Roteiros de Charme, o que era garantia de qualidade superior, mas deixei para conhecer o empreendimento ao chegar no local.

Já na chegada nos surpreendemos com os belos jardins, integrados à natureza e com a bela arquitetura, harmonizada com as construções da cidade. Realizamos o check-in em sistema drive thru, conferindo total segurança para visitantes e trabalhadores. As chaves e canetas (para o preenchimento da ficha de hospedagem) são entregues com o álcool higienizando tudo.

Fomos contemplados pela hospedagem no Bangalô Princesa Isabel. Ao adentrarmos nossa expectativa foi superada. Uma das mais lindas hospedagens que já tivemos!

O bangalô é fantástico! Uma sala com televisor, sofá e linda decoração liga-se a uma sacada onde temos um jardim só nosso, com direito a lago, piscina (pequena, com lindas cadeiras imersas), mesa no deck, lindo. Seguimos pelo corredor, onde está o roupeiro, frigobar e visualizamos e nos deparamos, pelo vidro divisório, com o banheiro com a fantástica banheira de hidromassagem, além de duas pias, dois vasos e três chuveiros, com distintas possibilidades de banho (quente ou frio). E aí, o gran finale, um quarto amplo, com sacada para o jardim, cama confortabilíssima, projetor de imagem e harmônica decoração.

Ao acordarmos, fomos até o amplo, iluminado e ventilado restaurante, onde apreciamos o café da manhã que é servido na mesa, com variedade de frutas, suco, café, pães, bolos e ainda há as opções que podemos solicitar. Nos deliciamos com a pamonha e matei as saudades da tapioca.

Ao caminhar pelos jardins, vimos a demarcação de trilhas, percorrendo a linda área de preservação ambiental, com flora e fauna típicas do Cerrado.

A pousada está situada em uma área de 330.000m² e aproximadamente 85% dessa área é destinada à preservação da mata nativa.

A piscina, com borda infinita, é belíssima e convida para um bom banho. Ainda é possível agendar o banho de ofurô ou algumas terapias. Como nossa passagem seria breve e tínhamos muito a aproveitar em Pirenópolis, não conseguimos aproveitar toda essa oferta, mas recomendamos veementemente ficar por aqui alguns dias em pleno aproveitamento de toda esta estrutura.

Contato: (62) 3331-1570

Site: cavaleirodospireneus.com.br

Instagram: @cavaleirodospireneus

Nos acompanhe também pelo Instagram e Facebook.

Centro Histórico

Já deu para perceber que nos apaixonamos pela história, patrimônio e pessoas de Pirenópolis. Mas vale ressaltar que o centro histórico desta cidade é mesmo encantador. E não se restringe somente à Rua do Lazer. Há muitas ruas com lindos prédios históricos, todos coloridos, que rendem belas fotos.

Para valorizar todo este patrimônio, assim que cheguei percebi que teria que contratar um fotógrafo local. Sim, existem cidades que merecem esta distinção. E aí nos rendemos aos caprichos do destino!
Ocorre que já no primeiro dia, depois de fazermos o check-in na Pousada Cavaleiro dos Pireneus, fomos até o Centro Histórico, mais precisamente na Igreja Matriz, pois encontraríamos lá meu caro amigo Sérgio Rady, atual Secretário Municipal de Administração, Governo e Finanças, que conheci em outros tempos, há uns 10 anos, quando ambos atuávamos no turismo. Um querido e admirado amigo!
Como caiu uma bomba d’água, nos socorremos na pousada que ficava em frente à Igreja, a Pousada das Cavalhadas. Como estávamos sem sinal de celular (em função da chuva), pedimos se poderiam nos ceder a senha para nos conectarmos ao Wi-Fi. A atendente prontamente nos atendeu e nos ofereceu, gentilmente, sua sala de recepção para nos acomodarmos. Enquanto aguardávamos o Sérgio, chegou outro atendente, o Tony, que nos dirigiu a palavra com os seguintes dizeres: “acabei de passar um café a assar uns pães de queijo, venham, por favor, e sirvam-se!” Achei isso tudo o máximo e disse para o Rômulo: ‘isso é que é hospitalidade, a gente vem pedir Wi-Fi e ganha café recém-passado e pão de queijo quentinho!“.
Depois ficamos sabendo que o atendente era o Tony Anny Vieira, que, além de saber muito sobre a história de Pirenópolis, participava ativamente nas Festas do Divino e Cavalhadas e, ainda, era fotógrafo.
Assim, combinamos o dia e ele nos fotografou com o pedido que fizemos: queremos valorizar todo este patrimônio histórico e divulgar isso para que mais pessoas reconheçam o valor da história e da cultura de Pirenópolis e, assim, se preserve toda esta riqueza.

O passeio pelo Centro Histórico deve incluir a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, de onde se tem uma vista privilegiada. De lá, siga para a Rua Direita, a Rua Aurora, a Rua do Lazer, onde se concentra boa parte dos bares e restaurantes… Contemple os belos prédios históricos como o Cine Pireneus, o antigo Theatro de Pirenópolis e a antiga Casa de Câmara e Cadeia, onde hoje funciona o Museu do Divino (veja abaixo).

A cidade tem outras belas igrejas, como a de Nosso Senhor do Bonfim e  a Igreja e Museu de Arte Sacra Nossa Senhora do Carmo. As ruelas são estreitas e por algumas não passam carros, sendo assim, deixe seu veículo e ‘bata perna’ pelas belas ruas de Piri!

Créditos: Tony Anny Vieira
Créditos: Tony Anny Vieira
Créditos: Tony Anny Vieira
Créditos: Tony Anny Vieira
Museu do Divino

A convite da Secretaria de Turismo, visitamos o Museu do Divino, localizado no prédio de 1919, réplica de um antigo prédio  de 1733 que já serviu como Casa de Câmara e Cadeia. O prédio foi restaurado em 2005, com recursos do IPHAN e, em 2009, foi inaugurado o Museu do Divino Espírito Santo.

O Museu, assim, possui um importante acervo da Festa do Divino de Pirenópolis, evento cultural, registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em 2010. Tal conquista se deve ao aspecto cultural dessa manifestação religiosa que envolve a comunidade há mais de 200 anos.

A festividade é inspirada nos eventos que acontecem em Portugal, especialmente em Alenquer e no arquipélago dos Açores. Para nossa emoção inicial é que já tínhamos visitado estes lugares e visto toda a força destas festas, e foi lindo ver a ligação entre ambas manifestações.

Nos emocionamos, de fato, assistindo ao vídeo que relata o espírito da festa e que foi utilizado para obter a conquista como patrimônio nacional. Entendemos as figuras dos mouros (vestidos de vermelho) e dos cristãos (vestidos de azul), suas ricas vestes e as cavalhadas. Nos divertimos com as histórias dos mascarados, especialmente com as máscaras de boi (a mais tradicional – símbolo da cidade), de onça, de homem, unicórnio e outras, confeccionadas em papel machê. Vimos o envolvimento dos jovens, das crianças, com as festividades infantis, a Cavalhada Mirim, as Pastorinhas.

Aprendemos sobre o aspecto religioso e o envolvimento da Igreja Católica e a emoção da escolha do Imperador, por sorteio. Nos divertimos com as congadas, banda de couro e outras manifestações.

Lemos os painéis, vimos as fantasias e as fotografias e fomos brindados com a explicação da Celina e da Lara.

Ele está localizado junto à Ponte Velha, que ainda é utilizada pelos carros e pedestres e atravessa o Rio das Almas.

Saímos de lá entendendo um pouco mais sobre a cultura pirenopolina. Recomendamos, com toda certeza, para todas as idades!

Contato: (62) 9 9616-7255

Site: pirenopolis.com/lcl/museu-do-divino-em-pirenopolis-goias

Instagram: @museudodivino

Museu Lavras de Ouro

Visitamos o museu Lavras de Ouro a convite da Secretaria de Turismo.

O museu é muito mais que o pequeno prédio de recepção que abriga alguns equipamentos e pedras de mineração. É uma mineira a céu aberto, é um museu a céu aberto. Mais de 200 anos de história contados pelo proprietário e condutor da visita, o Amilton, que nos propicia uma aula sobre a mineração do ouro pelos escravos, a criação dos inúmeros muros de arrimo, o local das sepulturas dos extratores do ouro, o envio deste precioso mineral pelos portugueses até a Europa, enquanto nos guia pelos canais formados pela água do rio que foi desviado para auxiliar na extração do ouro do sedimento de antigos rios da região, onde ficou incrustado o ouro. Vale agendar esta visita. Vá com roupa e calçado confortável, já que percorrerá uma trilha pela mata.

Contato: (62) 98134-4313

Site: pirenopolis.com.br/museus-e-construcoes/600-museu-lavras-de-ouro


A programar sua viagem, utilize os links abaixo. As empresas e serviços aqui indicados foram testados por nós:


Vinícola Assunção

Visitamos a Vinícola Assunção, localizada a 19km de Pirenópolis. Fomos recebidos pela família, o senhor Washington Assunção, sua filha Natália e seu esposo, o Guilherme. A recepção foi calorosa. O Sr. Washington, maranhense, adquiriu a propriedade em 2013 e gosta muito da Pirenópolis e, conversando com um amigo, este lhe aconselhou a plantar uvas e produzir sucos e vinhos. Quando ele viu uma plantação de videiras, apaixonou-se à primeira vista, e, seguindo o conselho do amigo, buscou realizar esse sonho. Hoje, a vinícola é especializada em venda de sucos de uva, inclusive foram vencedores de um concurso nacional realizado no Rio de Janeiro. O empreendimento tem em torno de 12 hectares de parreiras de diferentes castas. Quanto ao vinho, eles estão procedendo a testes para ver a melhor aclimatação do varietal. Eles possuem um belo projeto que nos apresentaram – essa planta foi realizada por Rossi, de Caxias do Sul, especializado em construção de vinícolas. Conhecemos um mirante construído e, deste mirante, visualiza-se os belos parreirais. A partir de maio deste ano eles estimam que produzirão uvas (viníferas e de mesa) durante todos os meses – isso é possível em razão do clima e do tipo de poda invertida. Após conhecermos a fábrica de sucos e vinhos, fomos premiados uma bela degustação harmonizada com dois vinhos produzidos pela família – um vinho rosé, que, a nosso sentir, já poderia ser comercializado tal a excelente qualidade, e um vinho tinto, que se revelará de ótima qualidade com o passar dos meses.

Encantou-nos a proatividade da família em estar fazendo tudo da melhor qualidade, sempre em função de bem servir especialmente ao município de Pirenópolis, cidade pela qual eles têm profundo amor.

Depois de uma bela degustação, saímos gratos por essa maravilhosa oportunidade em constatar que o mundo do vinho não mais acontece em uma só região, mas se esparge por todo o Brasil.

Contato: (62) 98501-3677

Site: facebook/vinicolaassuncao

Instagram: @vinicolaassuncao

 

Santuário de Vida Silvestre Vagafogo

Uma visita muito especial que fizemos nessa viagem foi ao Santuário de Vida Silvestre Vagafogo.

A área é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN, criada em 1990 para promover a educação ambiental, o ecoturismo e a produção sustentável de alimentos.

Fomos recebidos pelo Uira, filho do Evandro, que logo apareceu para nos guiar até a trilha. Conversamos sob um telhado, junto à estrutura de receptivo, enquanto a chuva passava e foram momentos mágicos, pois foi um privilégio ouvir as histórias e usufruir o saber deste ser que viajou o mundo, abdicou de uma vida ‘padrão’, para empreender uma vida mais sustentável com sua esposa e dois filhos. Por muito tempo produziu frutos e os vendeu em Brasília.

A reserva possui uma linda e acessível trilha interpretativa de 1.500 metros, onde as inúmeras árvores centenárias e a mata ciliar que margeia o rio Vagafogo possibilitam a interação com a fauna, flora e a observação de pássaros. No decorrer do percurso, para nosso deleite, pudemos usufruir a piscina natural de águas límpidas num revigorante e refrescante banho, abraçamos a mãe da floresta, a imensa árvore Jatobá e aproveitamos os bancos, mesas e tablados de madeiras para contemplar a natureza.

Depois desta trilha e banho, a fome já se pronunciava! Nos deliciamos com o fantástico brunch preparado integralmente pela família e equipe! Uma deliciosa sequência harmonizada (e muito bem orientada) de 48 pratos ou acompanhamentos, que sugerem ser degustados em 12 etapas.

Provamos a melhor broa da vida! Também o melhor wafle!!! O Rômulo teve atendido o seu desejo de comer um curau! Ainda conhecemos os produtos medicinais. Fomos acompanhados pelo fotógrafo Tonyanny que nos premiou, ainda, com muitas informações.

Contato: (62) 3335-8515

Site: vagafogo.com.br

Instagram: @fazendavagafogo

Créditos: Tony Anny Vieira
Créditos: Tony Anny Vieira
Créditos: Tony Anny Vieira
Créditos: Tony Anny Vieira
Créditos: Tony Anny Vieira

Créditos da foto: Tony Anny Vieira
Créditos da foto: Tony Anny Vieira

 

Os Pireneus de Pirenópolis

O Parque dos Pireneus fica localizado na parte mais alta do município e possui os picos que renderam a referência que originou o nome da cidade. Criado em 1987, com área de 2,833,26 ha, fica a 20 km de distância da cidade de Pirenópolis. Nos encantamos com seus cerrados rupestres de altitude, suas formações rochosas e nascentes, com formação de cachoeiras.
  • O Parque fecha às 17h. Em verdade, já estava fechado às 16h30min quando chegamos, assim só aproveitamos a vista e a área do conjunto de rochas muito utilizado por escaladores.

O guia Paulo Aquino, da Aquino Turismo, nos conduziu por entre trilhas belíssimas e nos falou sobre a riqueza e importância desta região.

Nos emocionamos avistando, ao longe, os três picos que formam a Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), como são denominados os picos com 1.385 metros de altitude.  Estas formações delimitam o bordo do Planalto Central Brasileiro e são, como nos informaram, divisores das águas de duas das mais importantes bacias hidrográficas do continente: a Platina e a Tocantinense.

A estrada de acesso estava com muitos valões. Foi possível trafegar com nosso Jeep 4×4, mas não é aconselhável para carros baixos. Fomos informados que alguns ficam por lá mesmo, precisando de socorro. Mas vale muito a pena conhecer essa maravilha da natureza.

Contato: (62) 3265 1381

Site: www.meioambiente.go.gov.br/parque-estadual-dos-pirineus

Pousada Veredas da Serra

Mais do que uma pousada, a Pousada Veredas da Serra é a possibilidade de passar um dia agradabilíssimo, usufruindo a boa gastronomia do restaurante e a belíssima paisagem do cerrado, com excelente estrutura para um “day use”. Localizada a 1.090 m de altitude, a pousada possui uma bela piscina, lagos, parque infantil, redário, jacuzzi ao ar livre, trilhas e, ainda, em uma parceria com a Cachoeira do Abade, a possibilidade de um banho nessa bem estruturada oferta natural. Também realizam eventos em períodos normais.

Estivemos lá, a convite do Danilo (proprietário), um ex-surfista da Bahia que se encantou por esta terra distante do mar e que adora conversar com os turistas que chegam ao lugar.

O almoço foi fantástico! Eu provei um delicioso peixe Robalo em crosta de castanha, sobre um purê de banana da terra. O Rômulo ficou feliz com o fato de terem atendido ao seu pedido (saudades, diz ele) e servirem um arroz branco, com dois ovos fritos (mal passados) e tomate. Sim, ele abriu mão do cardápio fantástico, que inclui um filé sobre purê de batata doce, com molho de hibiscos, que foi o pedido do nosso guia Paulo Aquino. Mas o importante é que matou a saudade e ficou muito satisfeito e agradecido.

Visitamos o bangalô da pousada. Adoramos!!! Quem sabe, numa próxima, nos hospedaremos por aqui!

A Pousada está localizada na Serra dos Pireneus. Ideal para descanso e tranquilidade, com todo o conforto!

Contato: (62) 99360 4568 | (62) 99360 4568

Site: pousadaveredadaserra.com.br

Instagram: @pousadaveredasdaserra

Fazenda Babilônia

Quando comentamos no Instagram que iríamos para Pirenópolis, o que mais recebemos foram recados recomendando que não deixássemos de visitar a Fazenda Babilônia. Essas indicações foram dadas também por queridos amigos, via whatsapp. A Viviane Lemes, da agência Flanar Turismo, foi uma das entusiastas que nos enviou um áudio exaltando a importância desta visita e a riqueza de poder conversar com a D. Telma Machado, proprietária da fazenda.

Assim, reservamos um dos dias da semana que passamos em Pirenópolis para essa visita especial. Seria o fechamento com chave de ouro, em nossa expectativa. Podemos dizer que tudo o que nos disseram e o que imaginamos foi superado!

Fizemos uma deliciosa volta ao passado, chegando ao Ciclo do Ouro de Goiás. Nos remetemos ao final do século XVIII, numa viagem pelo patrimônio tangível e intangível desta Fazenda tombada pelo IPHAN como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.  Antigo Engenho São Joaquim, hoje denominada Fazenda Babilônia.

As edificações estão muito bem conservadas. O piso de madeira de duzentos anos brilha com a cera usada para proteger e, também, para deixar com aquele jeito de casa bem cuidada.

Ao redor da fazenda vemos muros construídos pelos escravos. Sim, a fazenda também usou mão-de-obra escrava em seu Engenho de Açúcar que, para nossa surpresa e, bem antes, de acordo com o viajante francês August Saint-Hilaire, teve sua construção ligada à casa onde moravam os proprietários. Como afirma Saint-Hilaire em um depoimento escrito, que está disponível no site da Fazenda Babilônia: Na frente, uma extensa varanda oferecia sombra e ar fresco em todas as horas do dia. O engenho-de-açúcar, conjugado à casa, fora construído de maneira que, da sala de jantar, pudesse ser visto o trabalho que se fazia junto às caldeiras, e da varanda, o que se passava no moinho de cana. Este último dava para um pátio quadrado“. Vale mesmo ler o arquivo completo.

Joaquim Alves de Oliveira foi o primeiro proprietário e empreendedor dessa bela fazenda. Como cita Saint-Hilaire, ele entendia que as pessoas deveriam se manter ocupadas. Fossem familiares, escravos ou visitantes. Chamamos atenção à forma como recebe os visitantes: “Concedo a meus hóspedes três dias de descanso. Ao cabo desse tempo, porém, descarrego sobre eles uma parte dos serviços da casa“. Que tal?!

Mas voltemos à nossa visita. D. Telma nos recebeu e nos conduziu pelos diversos cômodos da fazenda que herdou e que administra junto com seu esposo Antônio. Quando chegamos na varanda, ela nos apresentou os sinos e tocou a chamada para a missa. Emocionante!. De fato, impressiona a qualidade desses sinos que já foram premiados em 1861. Fomos à capela,  dedicada à Nossa Senhora da Conceição, e vimos lindas pinturas. Ela montou um museu em algumas peças e lá vimos também imagens e as belas vestes do Sr. Antônio como participante das Cavalhadas, uma representação da batalha histórica, entre mouros e cristãos, que ocorre todos os anos pela cidade.

Seguimos nesta viagem e chegamos ao pátio, onde bois, porcos e algumas aves passeavam calmamente. O moinho, movido à água, batia o milho e o tempo transcorria de forma mais lenta. O clima estava nublado, não estava calor. Além de nós, só mais duas jovens visitavam a fazenda, sempre com agendamento prévio e muito cuidado (distanciamento, ventilação, álcool, exigência de máscara). Tudo estava perfeito para apreciarmos o tão citado Café Sertanejo! Ele é servido na cozinha, um grande varandão, com imensas mesas, lindos fogões e muitas panelas operadas pelas duas cozinheiras exímias. As receitas são todas resgatadas e testadas pela D. Telma. Ela também criou um dos pratos deliciosos que provamos. Sim, são iguarias inigualáveis, preparadas com receitas coloniais passadas de geração a geração. Como dizem: “todo preparo busca a máxima fidelidade àquela época em que as distâncias eram medidas com queijo e rapadura, e a fartura na mesa era regada a uma boa e alegre prosa. Vale lembrar que todos os pratos são preparados no momento da chegada à fazenda, garantindo assim o sabor e a qualidade de todos os itens“.

Recomendamos, veementemente, a visita a esta Fazenda, para entender um pouco mais sobre a história, real, do Brasil!

Contato: (62) 99294-1805

Site: fazendababilonia.com.br

Instagram: @fazendababiloniapiri

Museu Rodas do Tempo

Quando falaram para o Rômulo que havia um museu dedicado às motocicletas, ele vibrou!!! É um apaixonado por carros antigos e tem uma predileção pelas motos clássicas.

Eu já tinha visitado o local, há uns 10 anos, e fiquei encantada com a realização do sonho do apaixonado Augusto Cesar Pires, que, por mais trinta e cinco anos, resgatou e restaurou veículos antigos de duas rodas.

O Museu Rodas do Tempo está localizado na adorável cidade de Pirenópolis, Goiás, e reúne motocicletas, bicicletas motorizadas, bicicletas não motorizadas, scooters e veículos com mais de duas rodas que possuem motorização de motocicleta ou scooter. Também possui miniaturas desses veículos. É uma viagem no tempo! Nos sentimos num cenário de filmes de Marlon Brando, cuja foto está em um painel que ilustra a sala da loja e recepção.

A coleção começou no Estado do Rio de Janeiro e, no início da década de 1980, foi para Brasília devido à transferência de Augusto para a Capital Federal por razões profissionais. Em 2009, a coleção foi transferida para Pirenópolis já dentro da proposta do Museu Rodas do Tempo. No final de outubro de 2010 foi aberto o Museu.

Hoje é considerada uma das maiores coleções particulares de veículos antigos de duas rodas existente no Brasil. Um ‘parque de diversões’ para quem também é apaixonado por Lambretas, Vespas e motocicletas das marcas Indian, Rokon, Harley-Davidson, BSA, Matchless, Ariel, Velocette, BMW, DKW, Rabeneik, Guzzi, Ducati, Mondial, Minarelli, Honda, Yahama, Suzuki e até a brasileira Amazonas, dentre outras.

Rômulo lembrou de suas peripécias com a bicicleta que ganhou dos pais. Eu lembrei do fato de não ter tido condições de ganhar uma e do fato de ainda não ter tido uma e mal saber andar… Da paixão do Rômulo por Harley e, agora, pela Bonaville. E fomos viajando enquanto visitávamos os galpões do museu, gratos ao Augusto Cesar, por ter aberto seu acervo ao mundo.

Foi uma viagem e tanto!!!!

Contato: (62) 3331-2487

Site: pirenopolis.com.br/museu-rodas-do-tempo

Instagram: @rodasdotempo

Experiências gastronômicas de Pirenópolis

Se contarmos que nem deu para provar o famoso Empadão Goiano, de tão rica oferta e tanto que comemos por aqui, a estas alturas, vendo as fotos acima, especialmente as da Fazenda Babilônia e do Refúgio Vagafogo, vocês acreditarão, certo?!

Sim, há uma rica oferta de pratos e restaurantes por aqui. Região de culinária rica, com a influência de três culturas/etnias: portuguesa, africana e indígena, o que gera uma característica única e muito saborosa. Comida temperada, comida de verdade!

Nos deliciamos com a pamonha, o curau, os frutos locais, como o pequi, a cagaita, a castanha do cerrado e outros.

O Rômulo, enfim, conheceu o pequi e se deliciou com a panelinha de arroz, galinha e pequi do Buteko do Chaguinha, um restaurante com uma história linda, que inicia com o pai do Hugo, o Sr. Chaguinha, abriu, em 1972, um restaurante em Goiânia. O filho decidiu empreender em Pirenópolis. Criou um amplo espaço, ventilado e com agradável música ao vivo. Aliás, adoramos ouvir o som do Victor Batista Violeiro! Excelente músico. Raras vezes nos agrada a música de um ambiente, aqui realmente foi o ponto alto! Até levamos uns CDs do músico!!! Eu comi uma deliciosa panelinha de abóbora e carne seca. Ponto algo, também, para as atendentes, que nos apresentavam os pratos com os olhos brilhando!

Gostamos muito, como bons descendentes de imigrante italianos e fãs desta gastronomia, o Restaurante Maiale, localizado na Rua do Lazer. A adega deles é excepcional. Vinhos do mundo todo. Até queria ter visto mais vinhos brasileiros, mas ficamos felizes em encontrar muitas cachaças qualificadas, inclusive do RS. Comi uma excelente massa carbonara.

Também aproveitamos alguns petiscos, além de uma cerveja local, no Rosário 26, restaurante que está na Rua do Lazer e tem agradáveis mesas na rua. O prédio histórico é lindo e cria uma atmosfera super agradável. Adoramos o bolinho de bacalhau.

O Café da Natureza também é uma ótima opção, fica localizado na Vila dos Mouros (Rua do Rosário), que já é um charme. O lugar reservado e com mesas ao ar livre possibilita maior segurança nestes tempos. As comidinhas são diversas, doces e salgados cuidadosamente preparados. Sempre há opção vegana e, ao lado do café, há uma loja de produtos naturais. Adoramos os chás, cafés e a torta de castanha de baru com chocolate e melado estava divina!

Um jantar especial nos foi ofertado no Restaurante Calliandra, que funciona somente com reserva, na casa da Chef Adriana, onde o prefeito Nivaldo Melo nos saudou e o Secretário de Cultura, Ronaldo Felix, nos premiou, já que tanto nos emocionamos com o vídeo da Festa do Divino, com uma apresentação de um duo, com as vestes típicas do Rei Cristão e da Pastorinha, cantando as músicas típicas do evento. Aqui provamos a pasta de pequi, um frango recheado com geleia de pitanga, uns canelones deliciosos, tudo harmonizado com os vinhos Pireneus e Calliandra, vinhos de Pirenópolis, sim senhor! Até o Bandeiras, um Barbera de 2017, nos foi servido. Uma raridade! Mas a gente apreciou mesmo o jovem Calliandra, um blend bastante frutado, que combinou muito bem com os pratos servidos.

Calliandra Gastronomia Harmonizada e Bistrô Adega é uma cozinha inspirada na culinária Italiana, Portuguesa e Regional, que proporciona deliciosas experiências gastronômicas. Com pratos elaborados pela Cheff Adriana Carvalho, que iniciou sua experiência em receber bem em seus eventos enogastronômicos na Vinícola Pireneus, onde foi sócia.

Buteko do Chaguinha

Contato:(62) 98553-1934

Site: butekochaguinhapirenopolis.com.br

Instagram: @butekodochaguinhapiri

Buteko do Chaguinha
Buteko do Chaguinha
Buteko do Chaguinha
Buteko do Chaguinha
Buteko do Chaguinha
Buteko do Chaguinha

 

Restaurante Maiale

Contato: (62) 3331-1918

Site: facebook.com/maiale.restaurante

Instagram:@maialerestaurante

Restaurante Maiale
Restaurante Maiale
Restaurante Maiale
Restaurante Maiale

 

Rosário 26

Contato:(62) 3331-1216

Site: rosario26pub.com.br

Instagram: @rosario26pub

Rosário 26
Rosário 26
Rosário 26
Rosário 26
Rosário 26
Rosário 26 e a Rua do Lazer
Café da Natureza

Contato: (62) 99456-0017

Site: da-natureza-cafe-e-armazem.negocio.site

Instagram: @danaturezacafe

Café da Natureza
Café da Natureza
Café da Natureza
Restaurante Calliandra

Contato: (62) 99340-6166

Site: calliandragastronomia.com

Instagram: @calliandragastronomia

 

Restaurante Calliandra

Restaurante Calliandra
Restaurante Calliandra
Restaurante Calliandra
Restaurante Calliandra
Restaurante Calliandra
Restaurante Calliandra

A Prata de Pirenópolis

Sabia que as joias artesanais em prata de Pirenópolis (GO) foram reconhecidas como Indicação Geográfica (IG) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), em 2019, graças a ‘reputação do município baseada no saber-fazer dos artesãos locais e pela qualidade única das peças, entre outros fatores’ (Agência Sebrae).

Sim, Pirenópolis é considerada a “Capital da Prata”, referência da joia em prata produzida artesanalmente em todo o Brasil e até internacionalmente. Pois é, nós não sabíamos, vamos confessar!

Atualmente, pelo menos 100 pessoas trabalham na fabricação das peças em oito lojas espalhadas pela cidade, mas já foram mais de 300 nos anos 70. Essa história começa como movimento hippie, nos anos 70, e tem na pessoa de Edson Paranhos, que morou em vários cantos do mundo e trouxe o conhecimento necessário para elaborar as joias à comunidade alternativa Terra Nostra, Associação Cooperativista Rural Terra Nostra (hoje extinta), e lá implantou o primeiro ateliê escola do Centro Oeste.

Visitamos alguns ateliês e nos impressionamos com a qualidade e, principalmente, com o design exclusivo das peças. Então já informo, reserve meio dia para percorrer os ateliês, ouvir as histórias destes artesãos da prata, e já vá com um valor reservado para alguma compra, pois, caso contrário, vai ficar como eu, sonhando com o colar que não adquiri…

A maior parte dos ateliês fica no Centro Histórico.

 

O Artesanato de Pirenópolis

Pirenópolis é rica em artesanato. São várias lojas espalhadas principalmente pelo centro histórico.

Nós visitamos o grande espaço da Piretur, associação dos artesãos de Pirenópolis, que atua há mais de 20 anos comercializando o artesanato local, numa parceria com a Prefeitura Municipal. De fato, tudo que se encontra lá é produzido no município. Compramos um belo ‘Espírito Santo’ em madeira, os cavaleiros cristão e mouro, algumas representações das máscaras das cavalhadas, frutas secas, tapetes de tecelagem, decoração em crochê e cachaça. Sim, é bem diverso o espaço. Vale a visita!

Contato: PIRETUR – Rua do Bonfim S/nº, Centro Histórico – Pirenópolis GO

Telefone: (62) 3331-2633

Pousada dos Pireneus

Além das duas pousadas que já apresentamos acima, as Pousadas Cavaleiro dos Pireneus (onde nos hospedamos) e Veredas da Serra (que conhecemos), nós também conhecemos (e nos hospedamos) na tradicional Pousada dos Pireneus.

A Pousada dos Pireneus Resort está localizada no Bairro do Carmo, em uma área de 137.000 m2, cercada de uma natureza exuberante e a apenas 300m do centro histórico.

O Resort dispõe de 145 unidades, sendo 133 apartamentos, 10 suítes e 2 apartamentos para cadeirantes. Todos equipados com TV, frigobar, ar condicionado split, cofre digital, telefone, secador de cabelo e espelho para maquiagem nos banheiros, 2 camas Box Spring ou cama de casal, 3a e 4a camas auxiliares (sofá-cama) e varanda com rede, o que rende um aspecto muito amistoso.

Não aproveitamos melhor desta vez a estrutura deste resort, pois a nossa agenda estava intensa, mas há belíssimas e amplas piscinas, salão de eventos (fechado devida à pandemia), pequena e linda capela, muitos jardins, campo de futebol, quadra de tênis, várias atividades para crianças (o hotel é perfeito para famílias com filhos pequenos) e salas de jogos.

Sim, soubemos da existência da brinquedoteca para a criançada, a Pequenópolis, além do passeio de pônei e charrete, parque aquático, ovino cultura, arvorismo e a casa da vovó!

Em geral, pelo que percebemos, os hóspedes optam pelo sistema meia-pensão, ou seja, com café da manhã e jantar incluso na reserva. Também há o sistema pensão-completa, com o almoço. Nós aproveitamos bem o delicioso e variado café da manhã e, para evitar qualquer aglomeração (o espaço é bastante amplo e ventilado), chegávamos assim que abria o café, às 7h30min. Com relação ao jantar, só fomos uma vez, no dia da chegada e aproveitamos muito a bela vista da cidade, desde a varanda. Importante saber que o sistema é buffet e que exigem a limpeza das mãos com álcool, além de máscaras para escolher a comida.

O local tem uma área de 137.000 m2, e um total de 70.000 m2 foram construídos. Soubemos que a proprietária, Márcia Crema, que não tivemos o privilégio de conhecer, infelizmente, tem projetos de ampliação e diversificação. Sempre há novidades neste que é um dos meios de hospedagem mais tradicionais de Pirenópolis.

Reservas: com a MS Turismo, localizada em Brasília

Telefone: (61) 2101-7818 | (62) 3214-2070 | (62) 3331-7300 (este específico é do hotel)

Mas as reservas podem ser feitas direto no site pousadadospireneus.com.br ou pelo Booking clique aqui.

Guia Paulo Aquino

Quem nos acompanhou em algumas visitas foi o guia Paulo Aquino da Aquino Turismo.

Ele possui a agência há 5 anos, mas já tem longa vivência com o turismo e viagem. Aliás, brincamos que parece que nasceu há mais de 1.000 anos, dada a vasta gama de experiências vividas. Isso tudo agrega qualidade ao serviço prestado.

Paulo nos contou que é muito procurado por casais e por mulheres que viajam sozinhas. E que sua preocupação, além de apresentar os melhores atrativos da cidade e região é ser uma boa companhia neste período. Ele também oferece transfer desde os aeroportos de Brasília ou Goiânia.

Indicamos o guia para quem quer fazer os passeios com segurança e informação qualificada.

A Secretária Municipal de Turismo, Vanessa Leal, a quem muito agradecemos por todo apoio, junto com o Guia Paulo Aquino, nos entregam uma cesta de produtos locais. Deliciosos!

Mais informações: Centro de Atendimento ao Turismo – CAT, 62.33312633 – funciona junto ao Banco 24 horas de Pirenópolis, no Centro Histórico. Um bom local para se informar, in loco, antes de sair aos passeios, além de pegar um folder com mapa.


Importante:

O Viajante Maduro viaja como ideal de vida e profissão.

Em todos os lugares mantivemos um comportamento de responsabilidade, privilegiando os espaços que nos ofereciam segurança (Ambiente Limpo e Seguro), com relação ao Covid-19.

O Viajante Maduro está fazendo uma Road Trip pelo Brasil, especialmente nas regiões Sul, Centro e Sudeste.

Em Pirenópolis contamos com o apoio da Prefeitura Municipal – Secretaria Municipal de Turismo e dos empreendedores locais. Muito agradecemos!

Esta matéria contou com a colaboração da futura publicitária Lúcia Fávero Moraes.

A opinião aqui expressa é a nossa verdade!

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Esperamos que tenham gostado desta postagem, que teve sua elaboração feita com muito carinho e atenção. Queremos compartilhar nossas experiências com o objetivo de ajudar aos nossos leitores a terem experiências e vivências memoráveis em suas viagens, como nós.

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