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Roteiro: um dia em Roma, a cidade eterna!

ROMA ROMA
Roma sempre foi um caos.
Roma sempre cheia de gente.
Roma sempre bella.

Bem, para começar é bom definir o que é a cidade eterna, o que é Roma. Já dizia Alberto Sordi (ator, diretor, comediante, roteirista, compositor, cantor), que “Roma non è una città come le altre. È un grande museo, un salotto da attraversare in punta di piedi”. Em tradução livre “Roma não é uma cidade como as demais. É um grande museu, uma sala para cruzar na ponta dos pés”. Sim, é isto. Prepare-se para estar em um grande museu a céu aberto, e vá cuidando onde pisar, pois lá, terás, aos teus pés, os maiores tesouros da humanidade.

Em síntese, podemos definir Roma como sendo a metrópole dos tesouros, onde cada cantinho é uma nova surpresa, novos suspiros e uma incomensurável vontade de entender a história e a cultura desse lugar fascinante.

Em seus 2.700 anos de história, Roma “acumulou” cerca de 2,8 milhões de habitantes; no entanto, o mundo quer conhecer todo este patrimônio e, com isso, o número de visitantes, por ano, ultrapassa os 9 milhões. É realmente uma cidade calorosa!

Partindo de Frascati (cidade onde estávamos hospedadas), fomos até Roma de trem. A passagem custou € 2,10 e durou cerca de 30 minutos.

A grande surpresa do dia foi termos escolhido para visitar a cidade, exatamente, no Dia da República – 2 de junho-, assim conhecido por ser o dia em que os italianos escolheram entre a Monarquia e a República, num referendum acontecido, em 1946. Como comemoração, todos os anos, passam aviões pela cidade jogando fumaça colorida, que formam as cores da bandeira italiana. É de arrepiar!

Estávamos, nesse momento, vendo lojinhas de souvenir e começamos a ouvir fortes barulhos de aviões, pessoas saindo para as ruas e olhando para o céu e foi assim que assistimos ao espetáculo. Que agradável surpresa!

  • Caso queira acessar outro post sobre a Itália, clique aqui.

Roteiro: o que fazer em apenas um dia

Devido ao feriado italiano, o metrô estava muito cheio, as estações de trem estavam abarrotadas de gente. Para fazermos o passeio relativamente programado, pegamos o metrô azul, o da Linha B. Talvez, por esta razão, o metrô não parou na estação que havíamos nos programado para descer a fim de iniciarmos o passeio de “um dia em Roma”. Descemos na próxima estação.

  • Detalhe: ao se programar para um passeio, em Roma, tem de estar ciente de que é muito difícil seguir o pré-estabelecido. Sempre há uma rua, um beco, uma igreja, um monumento que nos faz mudar um pouco a rota estabelecida. Nada de arrependimentos, caso algo tenha ficado de fora, pois, na cidade eterna, tudo vale a pena.
  • Observação: Se seu destino for o Vaticano, terás que optar por uma parte da cidade, para fazer na outra metade do dia. Ou seja, reserve no mínimo meio dia para o Vaticano, mesmo que não faça as visitas ao Museu e Capela Sistina, pois há sempre filas para a entrada, em função do detector de metais.

Piazza di Spagna 

Começamos nosso roteiro na magnífica Piazza Di Spagna. Ao sairmos da estação, iniciamos a caminhada. Percorremos as ruelas e nos encantávamos a cada esquina. Nesta praça, há a famosa escadaria, conhecida como “sacalinata Di Trinità Dei Monti”, que leva até a igreja da Santíssima Trinità Dei Monti, construída no século XVI. Aos pés da escadaria tem uma fonte conhecida como La Fontana della Barcaccia, construída por Pietro Bernini e pelo seu filho Gian Lorenzo Bernini, em 1629. A construção deste monumento foi uma solicitação do Papa Urbano VIII, da família dos Barberini, o qual queria aproveitar a passagem do aqueduto no local para fazer um monumento com água corrente, porém, naquele local a água chegava muito fraca e seria impossível fazer algo como uma cachoeira ou um chafariz, levando Bernini a criar este monumento em forma de um barco antigo.

A água que serve alguns monumentos em Roma vem do aqueduto “Acqua Vergine” (Água Virgem), levando as pessoas as pensarem que a água é potável, porém NÃO é. Não beba água de nenhum dos monumentos. Para isso existem os famosos “nasoni”, nos quais a água corre diuturnamente e é muito apreciada por todos. Leve consigo a sua garrafinha e encha sempre que sentir necessidade.

Na Piazza Di Spagna, o ambiente é bastante agitado e, mesmo cheio de turista, têm inúmeros moradores locais que sempre transitam por lá, principalmente na primavera/verão. Aliás, uma época perfeita para visitar esta Piazza é na primavera, quando as escadarias são decoradas com flores, deixando-a ainda mais bela. É um bom momento para tomar um sorvete, comer um ‘panino’ ou, apenas admirar o entorno e a diversidade de pessoas que passam pelo local.

  • Fique atento: é expressamente proibido sentar-se nas escadarias da Piazza, podendo até haver multas que variam de 150 a 400 euros.

Desta piazza, pode-se sair pelas diversas ruas de Roma, dentre as quais a Via dei Condotti (a famosa rua das grandes grifes italianas), ou ainda pela Via del Babuino que levará à Piazza Del Popolo, passando por vários palácios dos séculos XVII e XVIII. Mas, também, é possível girar em torno de si e, ao parar, seguir adiante. E foi mais ou menos isso que fizemos.

Fontana di Trevi

Da Piazza Di Spagna, fomos caminhando, nos “perdendo” pelas vielas da cidade eterna. No caminho, entramos em belas e grandiosas igrejas. Recomendamos que, se quiserem conhecer as obras de arte mais bem preservadas, conhecer melhor a história de Roma, entrem nas igrejas! Aproveitem o momento para meditarem ou, simplesmente, descansarem das caminhadas inevitáveis que se faz ao estar nesta bela cidade. Se for inverno, servirá para um aquecimento, se for verão, para um momento de frescor. E é assim que se descobre que as igrejas são, sim, um ponto alto da cultura e da arte romana e italiana.

Bem, não tivemos nenhuma dificuldade para chegar até a Fontana Di Trevi e, quando lá chegamos, percebemos que realmente estávamos na fervorosa Roma. O local está sempre repleto de turistas que, infelizmente, mascaram a beleza deste lindo e famoso monumento, o qual, há alguns anos não era tão lotado. A “briga” para poder bater uma foto é grande, sabendo que sempre haverá muitas pessoas ao redor que estarão nas suas fotografias. Agora, imaginem o que é para jogar a moedinha! É preciso ter paciência, e muita. Esta espera para conseguir jogar a moeda dentro da fonte pode valer a pena, pois reza a lenda que, quem jogar uma moeda nela, certamente, voltará a Roma. Curiosidade: esta moeda deve ser jogada com a mão direita sobre o ombro esquerdo, de costas para a fonte e de olhos fechados. Caso forem jogadas duas moedas, a pessoa poderá conhecer alguém interessante. Se jogar uma terceira, se enamorará desta pessoa.

Independente deste burburinho todo, dê-se um tempo para admirar a fonte em sua plenitude, e também para contemplar a arquitetura que cerca o local, atentando para cada detalhe que formam e enfeitam os prédios.

A Fontana Di Trevi é a maior e considerada a mais espetacular das fontes existentes em Roma. E está dentre as mais antigas fontes italianas. Neste local, no ano 19 a.C., existia uma fonte, sendo este o ponto final do Aqueduto “Acqua Vergine”, que, na época, levava água potável aos romanos. Durante o renascimento, surgiu a primeira fonte, porém, somente em 1762 foi reformada e deixada com o aspecto que podemos ver, hoje, isto é, em estilo barroco e com detalhes riquíssimos. Esta fonte tem 20 metros de largura e 26 metros de altura e nela foi usado mármore (dizem que muito do mármore utilizado foi retirado de outros monumentos e até monumentos mortuários, uma pedra chamada travertino – muito utilizada na Itália, além de outros materiais. Esta fonte têm 3 nichos e 4 colunas. No nicho central tem o deus dos mares sobre um “carro”, em forma de concha, puxado por dois cavalos alados, um deles dócil e o outro agitado, representando momentos análogos ao mar. Nos nichos laterais tem a estátua da saúde e a da abundância. De fato, na fachada da fonte tem várias representações significativas, inclusive de árvores diversas, além de alguns bichos. Bem no topo, também aparecem quatro estátuas representando as quatro estações do ano. Acima delas, pode-se ler uma inscrição, em latim:

CLEMENS XII PONT MAX

AQVAM VIRGINEM

COPIA ET SALVBRITATE COMMENDATAM

CVLTV MAGNIFICO ORNAVIT

ANNO DOMINI MDCCXXXV PONTIF VI

Cujo significado é “No ano do Senhor, 1735, sexto do seu pontificado, Clemente XII, adornou o Aqueduto Virgem com uma obra maravilhosa, famosa por sua abundância e saúde”.

De certa forma, esta fonte é abundante devido às moedas que nela são jogadas diariamente (em torno de 3.800 euros diários), as quais, desde 2006, são destinadas à caridade.

Como pode-se ver, só neste local, poder-se-ia passar horas, mas… estamos falando de apenas UM dia em Roma. Então, seguimos…

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Templo de Adriano

Continuamos a nossa caminhada, sem muita pressa. Fomos parando em lojinhas aqui e ali e em feiras locais. Assim, chegamos ao Templo de Adriano, o edifício foi construído por seu filho e sucessor Antonino Pio, em 145, e atualmente incorporado num edifício posterior na Piazza di Pietra.

Nesta praça, erguem-se 11 colunas, estilo coríntias, de mármore, medindo 15 metros de altura, deixando perceber a imponência deste templo, na época em que era utilizado pelo Imperador Adriano. Neste prédio, hoje, funciona a Câmara de Comércio de Roma, onde, internamente, ainda se pode ver alguns traços antigos.

Do outro lado da praça, há pequenos comércios e alguns bares, que ficam muito movimentados à noite.

Panteão (Pantheon)

Seguindo adiante, chega-se ao majestoso Panteão (Pantheon). Dos monumentos existentes é o mais bem conservado. Resistiu ao tempo. E é um local obrigatório para se visitar.

No domingo de Pentecostes, acontece a “chuva de pétalas de rosas vermelhas”. Estando em Roma e querendo ver este acontecimento, que emociona a todos os presentes, procure ir cedo (as portas abrem-se às 9h e, nesta hora, a fila já está grande) para poder entrar e enxergar de perto e, se tiver sorte, “ser ungido” por uma das pétalas. Faça chuva ou faça sol, os bombeiros sobem na cúpula e, exatamente ao meio-dia (há uma razão para isso. Explico em seguida), ao final da missa, eles jogam as pétalas lá do alto. É uma chuva de rosas que cai bem no centro do Panteão, enquanto todo o clero (cardeais na frente, seguidos dos padres, coroinhas, freiras e, finalmente, o povo) vai saindo, confundindo suas vestes vermelhas com o vermelho das pétalas. A maioria das pessoas procura ficar debaixo do “oculus” (abertura no teto, a única “janela” existente), na expectativa de serem ungidos por uma pétala de rosa, pois isso significará que foram abençoados. O chão fica vermelho, com alguns centímetros de pétalas de rosas e, após a saída dos cardeais, as pessoas vão ao centro para recolherem pétalas e levarem-nas consigo.

As pétalas vermelhas é uma alusão à chuva de línguas de fogo que caiu sobre os apóstolos de Jesus, conforme passagem bíblica, momento em que eles receberam o Espírito Santo, por isso a importância do Dia de Pentecoste para a religião católica, que é comemorado cinquenta dias após a Páscoa.

O Panteão foi encomendado pelo general Marcus Agrippa, na época do imperador romano, Otaviano Augusto, em 27 a.C. Era um templo dedicado a todas as divindades passadas, presentes e futuras. Os dois incêndios (em 80 e 110 d.C.) danificaram o templo, então o Imperador Adriano mandou reconstruí-lo, em 125 d.C., sendo que sua estrutura se mantém até hoje.

No ano 608, da Era Cristã, o Papa Bonifácio IV, ordenou que os ossos de vários mártires fossem retirados das catacumbas cristãs e fossem levados ao panteão, tornando o Panteão um templo cristão, cuja igreja é a de Santa Maria ad Martyres ou, ainda, Santa Maria della Rotonda.

Uma das perguntas que muitos se fazem é se chove dentro do Panteão. Chove sim! A chuva entra pelo “oculus” e cai bem no centro do templo, onde o piso é levemente convexo e a água escorre para os pequenos 22 bueiros existentes no local.

A cúpula do Panteão é considerada uma metáfora da perfeição, um milagre da arquitetura, sendo a maior cúpula construída em concreto romano. Sua altura é igual ao seu diâmetro, isto é, ambos medem 43 metros e 44 centímetros, dando-lhe equilíbrio e estabilidade. Os antigos arquitetos primavam pela harmonia das linhas.  Através do “oculus” penetram luz e calor, tornando o Panteão um “templo solar”.

Os antigos arquitetos construíram este templo de forma tal que, ao meio-dia, durante o verão, ocorre um fenômeno do calendário astrológico, quando um raio de sol penetra pelo “oculus” e atinge a porta de acesso. Segundo eles acreditavam, esta luz que atinge a porta tem um significado místico, isto é, possibilita uma conexão direta entre os deuses e os homens, sem intermediação sacerdotal. Uma das razões porque a chuva de pétalas acontece ao meio-dia é esta, pois, neste momento, o clero todo se dirige à porta de acesso. São crenças antigas mantidas e se mesclando ao catolicismo. Afora às crenças, o panteão é considerado um observatório astrológico, uma vez que este feixe de luz gira de acordo com a hora do dia.

Existe uma famosa frase que é dita ao se referir ao Panteão: “O que os bárbaros não fizeram, fizeram os Barberini” (Quod não fecerunt barbari fecerunt Barberini.). Isso incomoda muitos romanos, pois sabe-se que o Papa Urbano Barberini mandou retirar o bronze existente no pórtico do Panteão, para poder construir o dossel (baldacchino) barroco, construído por Bernini, no centro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

Na frente do Panteão, sobre as 16 colunas (8 colunas de granito cinza e 8 colunas de granito rosa vindo do Egito) de quase 35 metros de altura, está a inscrição “M. Agrippa L. F. Cos. Tertium fecit”, que significa “Marco Agripa, filho de Lúcio, construiu no ano de seu terceiro consulado”.

Para chegar no Panteão é necessário se preparar, pois a emoção e o encanto são inevitáveis. Fica-se boquiaberto e pasmo. Quando Stendhal, o escritor francês, o viu pela primeira vez, disse que o Panteão era “o mais belo resquício da antiguidade romana. Um templo que sofreu tão pouco, que os romanos parecem ter vivido em seu tempo”.

Na frente do Panteão, em meio a praça, há uma linda fonte e é possível sentar em seus degraus e ficar por horas admirando a beleza deste lindo Templo Romano. Se quiser, pode também sentar em um dos bares e cafeterias que existem na praça. Mas também pode-se andar poucos metros e tomar um dos cafés mais cremosos de Roma, na Cafeteria Sant’Eustachio.

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Piazza Navona

Depois de visitar o Panteão, o melhor a fazer é continuar “se perdendo” pelas ruas de Roma.

Dobrando esquinas, atravessando ruas, chega-se a outro local de visita obrigatória: a Piazza Navona, a praça onde fica a Embaixada do Brasil, no Palazzo Pamphili (propriedade da República Federativa do Brasil), e onde é possível passar horas admirando tamanha beleza existente no local. Ah! Pode-se visitar a Embaixada, porém é necessário reservar horário. A entrada é gratuita e as visitas ocorrem nas quintas-feiras, às 15h30. As reservas podem ser feitas no site da Embaixada, aqui.

Esta praça, em estilo barroco, é uma das mais movimentadas de Roma, também das mais divertidas. Reúnem-se lá, romanos e turistas, crianças a brincar, artistas a pintar e a apresentarem artes mil. Compre um gelato (sorvete), sente-se em um dos bancos ou em algum degrau, e fique vendo um mundo de acontecimentos em poucas horas, além de ficar apreciando as lindas fontes da praça. Se for primavera, não tem como não se encantar com as lindas flores que enfeitam as casas e bares. A mistura de cores deixa qualquer pessoa fascinada. Já na época de Natal, esta é a praça onde são montadas as barracas para a Feira de Natal, as lindas feiras italianas em que vendem o que de mais lindo existe, tanto para enfeites de natal, quanto para a “befana” (Epifania).

Na época da Roma antiga, a Piazza Navona, era o “Stadio di Domiziano”, que foi construído pelo imperador Domiciano, no ano 85. Tinha 265 metros de comprimento, 106 de largura e podia acomodar 30.000 espectadores. Com o passar dos anos, serviu de mercado da cidade, enquanto os moradores dos arredores construíam suas casas sobre e no local das bancadas, mantendo a praça neste formato original, isto é, oval.

A partir do século XV, o mercado foi transferido e por vontade do Papa Inocêncio X, da família Pamphili, foi transformada em praça, para embelezar a morada da família.

Algumas obras existentes na Piazza Navona merecem destaque, que são as três fontes e a igreja.

A Igreja Sant’Agnese in Agone foi construída nos idos de 1600, por Francesco Borromini.

Em frente a igreja foi construída uma fonte denominada Fontana dei Quattro Fiumi (Fonte dos Quatro Rios), e foi projetada por Bernini, em 1651. As quatro estátuas da fonte representam os rios mais importantes, conhecidos, na época: o Danúbio (continente europeu), o Ganges (continente asiático), o Nilo (continente africano) e o Rio da Prata (continente americano); os “quatro ângulos da terra”.  No centro desta fonte tem um obelisco de 16 metros, que foi retirado do Circo di Massenzio, na Via Appia.

A Fontana Del Moro, fica em uma das pontas da praça, bem em frente da embaixada brasileira. Foi criada por Giacomo Della Porta e aperfeiçoada por Bernini, que foi quem acrescentou golfinhos à fonte.

Na parte norte da praça, fica a Fontana Del Netuno, também projetada por Giacomo Della Porta. O projeto ficou abandonado até 1873, quando foi finalizada por Zappalà e Della Bitta.

Lenda

Existem uma lenda relacionada à Fonte dos Quatro Rios, que fica localizada bem em frente à Igreja de Sant’Agnese in Agone, que a tradição popular atribui à rivalidade entre Gian Lorenzo Bernini e Francesco Borromini. Acredita-se que a estátua do Rio de la Plata ergue o braço com medo de um colapso da igreja e que a estátua do Nilo também cobre seu rosto para não ter que vê-lo. É uma lenda, uma vez que a fonte foi construída antes da igreja, entre 1648 e 1651, enquanto Borromini chegou ao local de construção de Sant’Agnese por volta de 1653. Na verdade, a estátua representando o rio Nilo cobre sua face porque naquela época, ainda não se conheciam as nascentes do rio.

Isto foi um pouco dos cantos, recantos e encantos de Roma. Num repente qualquer, durante uma caminhada em direção a um lugar qualquer, o inesperado acontece. ROMA É ASSIM!

Onde comer e quanto custa

Como ficamos apenas um dia em Roma, resolvemos aproveitar e, realmente, bater perna, o que é a melhor opção se é sua primeira vez por lá e por isso decidimos não ‘perder’ muito tempo em restaurantes, até porque o valor é mais agregado.

Como já havíamos tomado um reforçado café da manhã no hotel, almoçamos de tarde e compramos dois panini e duas águas, que custou no máximo 10€, comemos sentadas na calçada mesmo, bem ‘alla’ turista.

Importante:

O Viajante Maduro viaja como ideal de vida e profissão. Essa experiência de viagem foi vivida pela Ivane (eu) e pela Lúcia (desta vez o Rômulo não pôde participar) e o motivo da viagem foi a designação do título de “Embaixadora Città del Vino” que recebi com muito orgulho e gratidão!

Esta matéria contou com a colaboração da professora Rute Vera Maria Fávero, que morou na Itália por um ano durante seu doutorado, e pôde enriquecer o post com seu vasto conhecimento sobre essa cidade eterna.

Também contou com a colaboração da futura publicitária Lúcia Fávero Moraes.

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