VOU PARA MACHU PICCHU…

 

“Ah!meu Machu-pichu niguém segura este meu delirio”.  A música de Hermes Aquino embalou nossa juventude e se fez presente na hora de decidir pelo destino das férias (breves) de 2013.

Machu Picchu - Peru
Machu Picchu – Peru Foto: Ivane Fávero

Há 3 anos realizamos nosso sonho de conhecer Peru e, especialmente Machu Picchu. A viagem começou a ser planejada com antecedência de 6 meses. A decisão levou em conta o preço mais acessível deste destino, já que Portugal e/ou Espanha estavam com preços acima do que pretendíamos e podíamos gastar.

Ao iniciar as pesquisas para a viagem, constatei que a Taca Airlines que, depois, se associou à Avianca, tinha o melhor preço e opções de voo, ligando Porto Alegre diretamente à Lima. Com relação aos hotéis, passeios, tickets dos atrativos e do trem, vi que teria dificuldade de elaborar todo o roteiro, para poucos dias, em Cusco, Valle Sagrado, Machu Picchu e arredores, por desconhecer totalmente o tempo entre um e outro destinos, seus principais atrativos, sua história. Assim, optei por contratar uma agência local. Fiz algumas pesquisas e contatos, até com agências do Brasil que operam o destino e decidi pela Machu Picchu Travel, do Peru, pelo roteiro ofertado, pelo preço e atendimento. Tivemos que depositar metade do valor, via transferência bancária internacional, o que me deixou um pouco preocupada, já que era a primeira vez que fazíamos este procedimento e, principalmente, pelo fato de desconhecer a agência.

De qualquer forma, todas as informações que colhi na internet falavam-me do profissionalismo da mesma, o que nos tranquilizou.

“Atravessando os Andes
de mil detalhes
me sinto bem

Vou para Machu-pichu
ouvir as flautas
de muito alem”

O voo partiu às 6h46min da manhã de domingo, do aeroporto Salgado Filho de Porto Alegre. A Taca/Avianca não é uma companhia que se destaque pelo excelente serviço a bordo, mas usufruímos do café da manhã razoável. A principal vantagem é termos um voo direto de Porto Alegre à Lima. Chegando a Lima tivemos que retirar as malas, para novo check-in, agora num voo doméstico, o que fez com que saíssemos do aeroporto, para entrarmos na porta correta. Um pouco estranho, mas serviu para sentirmos o clima (frio) e vermos os rostos e semblantes das pessoas: estamos em um país diferente! Ah, sim, nossa opção foi voarmos direto para Cusco, já no primeiro dia.

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Cusco, Peru. Foto: Ivane Fávero

O voo de Lima para Cusco dura pouco mais de 1 hora, em aeronave Embraer, como as operadas pela Azul no Brasil. Confortavelmente e rapidamente chegamos à Cusco.  O desembarque no simpático aeroporto foi rápido e, ao chegar na esteira para retirar as bagagens, me emocionei e chorei ouvindo as músicas peruanas que tanto embalaram minha infância e juventude… El Condor Passa começou a tocar e lembrei-me da minha infância, de meus irmãos… E, bem, hora de sair do aeroporto e ver se a agência nos esperava, realmente! Lá estava o Ramiro, com seu cartaz contendo o meu nome: que alívio! Logo se apresenta a anfitriã Noemi, que nos conduziu até o hotel… errado! Nosso nome não constava na lista do Hotel San Agostin Dourado.  Fomos transferidos para o San Agustin Internacional, este inferior ao primeiro mas, como não havia a especificação de qual dos dois estava em nossa reserva, aceitamos amavelmente. Claro que indico o Dorado para os próximos viajantes.

“Uma desilusão
no meu coração
se fez de repente

No meio da montanha
um Hotel enorme
cheio de gente”

Rapidamente, deixamos as bagagens no quarto do hotel e fomos, com a companhia da guia, nos encontrar com o grupo do city tour contratado (nós já atrasados). Visitamos o Convento de Santo Domingo del Cusco – o Qorikancha, por 10 nuevos soles.  Encantador, enorme, extasiante e, ao mesmo tempo, triste, pois foi construído sobre um templo Inca, o que aconteceu em dezenas de igrejas locais. Seguimos com o tour, visitando outros locais, neste primeiro dia, como Saqsayhuaman e Qenqo, com a preocupação com relação aos efeitos da altitude. De fato, o Rômulo teve uma dor de cabeça horrível nesta noite e eu tive muitas tonturas durante o dia e breve sangramento do nariz. Como dizem, o soroche existe! A orientação é tomar o chá de coca, sempre que possível e todos os dias.

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Saqsayhuaman e Qenqo, Peru. Foto: de um desconhecido turista.

No segundo dia acordamos cedo e nos encontramos com um pequeno grupo, para visitarmos o Vale Sagrado (Pisac e Ollantaytambo), almoçarmos no Restaurante Casagranda, irmos até a estação de trem e rumarmos para Machu Picchu. Saímos só com uma malinha, a outra ficou no Hotel. Minha dica é: levem somente uma mochila, pois em Aguas Calientes (base de Machu Picchu) se caminha muito. O grupo era adorável, conhecemos a Márcia e a Verônica de Salvador – Bahia e o casal German e Luisa, com seu filho Santiago, de Bogotá. O guia que nos acompanhou foi o Judi, muito amável, com um discurso bem pausado e repetido, permitia que todos o entendessem. Adorei conhecer Pisac, num dia de chuva e frio, e ver a grande obra de agricultura que os Incas deixaram.

Pisac, Peru. Foto: Ivane Fávero
Pisac, Peru.
Foto: Ivane Fávero

Nós, eu e Rômulo, nos emocionamos com a visão, do alto da montanha, com a chuva e com as deidades incas que nos eram apresentadas pelo guia.

Pisac, num dia de chuva. Foto: Ivane Fávero
Pisac, num dia de chuva.
Foto: de um desconhecido turista.

Antes, porém, o guia nos conduziu no povoado. Neste dia a feirinha não estava acontecendo, pois era festa da Virgem de Carmen. Mas fomos até uma fábrica de prata e pudemos acompanhar uma explicação sobre o processo de elaboração das joias. Rômulo, amavelmente, me presenteou com um anel com o desenho da folha da Coca, sagrada para este povo. E compramos brincos para as filhas. Achamos os preços altos, em geral, mas as peças são muito lindas.

Após, almoçamos no caminho, num restaurante, com custo já incluso no pacote, o Casagrande. Um buffet muito bom. Seguimos para Ollantaytambo e nos emocionamos com a primeira vista. Um lugar fantástico, com as terraças e construções do general Inca Ollantay.

Lá mesmo pegamos o trem Inca Trail, rumo à Machu Picchu. Uma bela viagem, mesmo em classe turística. O balanço embala o sono dos mais cansados e motiva a visão pelas janelas, da vida local, dos ainda despertos. Ver os povoados, com suas casinhas muito simples, com pequenas lavouras, com o tempo passando lento… é o preparo para a chegada à Aguas Calientes, onde o recepcionista do hotel nos aguardava com a placa identificando o La Cabaña. Um belo hotel, com excelente atendimento. Fomos jantar e adoramos ver a festa local, em homenagem à Virgem Carmen, grupos se apresentavam, em 10 minutos, dançando com suas vestes coloridas e gestos diversos, até obscenos, em frente à Virgem!

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Festividade em Aguas Calientes. Foto: Ivane Fávero

Uma festa católica e pagã, com certeza. A feirinha de comidas corria solta pelas ruas, o destaque era para a batata, o frango e as salsichas. As pessoas locais se deliciavam com a salchipapa!

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Festividade em Aguas Calientes. Foto: Ivane Fávero

Caminhamos muito, olhando todos os restaurantes locais, e pudemos observar que são bonitinhos, mas com pouca qualidade e preços altos, em geral. Fomos à um e pedimos um Pisco Sauer, este nos sugeriu uma truta… veio crua e congelada! Não apreciamos muito. Um grupo de músicos locais se apresentou e nos vendeu um CD por 30 nuevos soles!!! Saímos com a certeza de que o recepcionista tinha razão: ele só nos indicou o Indio Feliz, não fomos nesta noite, pois iríamos no dia seguinte almoçar lá. Acabamos comprando um vinho pequeno, peruano, no pequeno armazém em frente ao hotel. A atendente, com sua filha pendurada nas espalas era muito simpática. Degustamos o mesmo no quarto, com frutos secos, e curtimos o fim de noite.

No dia seguinte acordamos às 4 horas, tomamos um bom café e fomos até a estação de ônibus. Inúmeros micro-ônibus saiam de minuto em minuto, lotados de turistas, rumo à Machu Picchu. Nem bem amanhecia, já estávamos na longa fila, esperando para entrar. Fomos, rapidamente, cruzando aquela maravilha, em direção ao Wayna Picchu, a montanha que iríamos subir. Se soubéssemos o que nos esperava não teríamos ido. São somente 400 pessoas que podem subir, por dia, em dois turnos. Fomos no primeiro grupo, às 7 horas, logo vimos que era uma escalada e que não estávamos preparados para isso, mas não desistimos! A resistência foi testada ao limite e, mais do que isso, o medo de altura e de escadas nos desafiou a cada minuto!

Marco da subida de Huayna Picchu ou Wayna Pikchu.
Marco da subida de Huayna Picchu ou Wayna Pikchu. Foto: Ivane Fávero

Quando chegamos ao alto, na primeira terraça eu “travei” quando soube que teríamos que descer pelo mesmo lugar que subimos! São escadas íngremes, apertadas, que dão para um penhasco! Assim como eu apoiei Rômulo na subida, ele foi fundamental na descida, me dando a segurança necessária para partir. Na descida, a medida que avançávamos, voltávamos a “respirar” e começamos a vibrar pela superação! Chegamos à base exaustos, mas cheios de histórias para contar. A foto registra o momento em que atingimos a primeira terraça, a cara de apavarodos…. Não subimos até o Templo da Lua, mas a vista lá de cima já foi o bastante para valer a pena.

Apavorados no alto da montanha Wayna Picchu. Foto: Ivane Fávero
Apavorados no alto da montanha Wayna Picchu. Foto: Ivane Fávero

De lá fomos nos encontrar com o guia Mario, na entrada de Machu Picchu, onde um grupo pequeno nos acompanhou no percurso guiado. Adoramos tudo!

Machu Picchu - Peru. Foto: Ivane Fávero
Machu Picchu – Peru. Foto: Ivane Fávero

É fantástico ver tudo o que fizeram os Incas, seu capricho na arquitetura, a evolução na agricultura, o cuidado com o ambiente, as crenças, as deidades, o amor à natureza! E é extasiante ver a natureza no entorno de Machu Picchu! Os andes são encantadores vistos lá de cima!

Machu Picchu - Peru
Lugar mágico. Machu Picchu – Peru. Foto: Ivane Fávero

Voltamos de ônibus e fomos até o Restaurante Indio Feliz! Espetácular! Adoramos o lugar.

Tínhamos um tempo à disposição… passando em frente a uma série de salas para massagens e com toda a dor que sentia nas pernas e pés, acabei sendo conquistada por uma das “vendedoras” e fiz uma das mais maravilhosas massagens que já experimentei!

Ficamos no hotel, por algum tempo, lendo e baixando as fotos e fomos até a estação de trem, de onde parte o Inca Rail, às 19 horas. Chegamos até a estação de Ollantaytambo e lá nos esperava a agência com um ônibus que nos deixou no hotel. Exaustos, só pensávamos em um chá quente. Pela primeira vez, vimos a falta de interesse em ajudar os visitantes. Nada! Só conseguimos uma água com gás.

No dia seguinte o guia nos buscou para uma visita à Maras Moray. Primeiramente, passamos por Cinchero e visitamos uma fábrica de lã. As atendentes, com suas roupas típicas, nos explicaram (em inglês e espanhol) o processo de produção dos artefatos em lã, que lá eram vendidos. Acabamos nos rendendo e comprando um presente e um pano para decorar nosso apartamento.

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Moray, Peru. Foto: de um desconhecido turista.

Seguimos para o sítio arqueológico de Moray, onde nos encantou ver as terraças, em diferentes altitudes, em formato de círculos, onde os incas realizavam experimentos com diferentes tipos de culturas. A agência havia nos entregue uma sacola, com um sanduiche, suco, água e barra de cereal, o que foi devorado, no caminho até Moras, onde visitamos as salinas, o sal dos Andes.

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Salar de Maras Foto: Ivane Fávero

De lá, retornamos para o hotel, numa viagem que possibilita ver a paisagem rural e, também, dos bairros populares de Cusco. Chegamos exaustos, principalmente com os efeitos da altitude. Descansamos um pouco e saímos para uma caminhada pelo centro de Cusco.

No dia seguinte, livre, optamos por sair caminhando por Cusco e visitamos alguns museus muito interessantes. Um “inca-estátua” entregou-me após algumas moedas, a seguinte frase: “Amar es nunca tener que pedir perdón”.

No Museu Inka, após a visita, compramos alguns artesanatos, entre eles o apito que presenteamos para o nono. Lá havia um grupo de “inkas” tocando seus instrumentos… El Condor Passa, mais uma vez. Fiz foto, claro, após dar algumas moedinhas.

Observação: No pacote de Cusco, estava incluso o Boleto Turístico del Cusco, que pode ser comprado diretamente, na chegada. Custa 130,00 Nuevos Soles e possibilita o ingresso à 16 lugares, alguns são públicos, como o munumento Pachacuteq, mas muitos são fechados e cobram ingresso, principalmente os parques arqueológicos e museus. Visitamos Moray, O Monumento referido, o Museu Histórico Regional, Saqsayhuaman, Qenqo, Pisac e Ollantaytambo.  Vale a pena comprar o Boleto. Além destes, visitamos, é claro, Machu Picchu, que também tinha o ingresso incluso no pacote, pelo valor de 152 Nuevos Soles. Também as saleiras de Marasal, o sal ecológico dos incas, pago pelo guia, mas não vimos o valor. Também estavam inclusos no Pacote da agência a hospedagem com café da manhã e dois almoços (Casagrande e Indio Feliz), todos os transfers, o trem e os guias. Tudo por US$ 1.600,00. Achamos que valeu a pena!

Segunda parte – Lima

No dia 19, sexta-feira, partimos para Lima, novamente com voo doméstico da Taca/Avianca, agora num Airbus A320, partindo às 11h30min. Chegamos às 12h30min e rumamos direto ao hotel que havia reservado, o Miraflores. Agora sem os serviços da agência de Cusco. Fiz a reserva pelo Decolar.

No primeiro dia, chegamos já no início da tarde, optamos por um lanche no bar do hotel. Rapidamente saímos para visitar o Museu Larco – adoramos!!! Que acervo!!! E que organização!!!

Após fomos conhecer o Parque de La Reserva – o Circuito Mágico del Agua. Nossa decepção foi que, mesmo com a confirmação do recepcionista do hotel dizendo que a fonte principal já estava funcionando (sabíamos que estivera fechada – em reforma), tal informação não procedeu, pois  não estava ativa! De qualquer forma, pagamos os 4 nuevos soles de entrada e caminhamos pelo belíssimo parque, vendo as outras belas fontes. Adoramos ver as crianças brincando de labirinto em uma das fontes e se molhando, apesar do frio. Passamos pelo túnel das águas. Merece estar no Guiness Book, como o maior complexo de fontes do mundo.

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Parque de La Reserva – o Circuito Mágico del Agua, Lima, Peru. Foto: Ivane Fávero

No dia seguinte, após uma bela noite de sono, optamos por fazer um tour guiado, nos ônibus turísticos. O Mirabus nos conduziu por um tour de 4 horas. As ruas centrais estavam congestionadas, afinal era festa da Virgem de Carmen. Não pudemos circular no centro. Visitamos novamente o Museu Larco, aí aproveitamos para lanchar no Café.

Jantamos no Restaurante Central. Adoramos!

Os hotéis

San Agustin Internacional:  Não indicamos.

Que diferença do Hotel La Cabaña – vê-se que não é o número de estrelas que define qualidade no atendimento. La Cabaña, em Machupicchu, é fantástico! Um 3 estrelas com atendimento 5 estrelas. A cordialidade e a preocupação da equipe, em bem atender, em satisfazer as necessidades dos hóspedes deixa o simpático hotel ainda mais agradável. Localizado na principal rua de Águas Calientes, a Av. Pachacutec, está próximo à estação de trem, à estação de ônibus (partida para MachuPicchu) e aos restaurantes do lugar.

Estelar Miraflores – Lima – Bom hotel, bem localizado.

 

Os restaurantes

Cicciolina: Excelente e surpreendente! Ficamos na área do bar e cozinha, pequena e extremamente funcional, onde se pode acompanhar a elaboração dos pratos salgados do restaurante. A onipresença do chef, liderando todas as alas do restaurante, faz com que tudo funcione no tempo certo. A qualidade dos pratos é de arrepiar. Comemos umas tapas e um magret de pato fantásticos. O ambiente é extremamente agradável e o atendimento cordial.

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Deva: Não estava em nossos planos, nem figura entre os primeiros do Tripadvisor, mas foi uma vivência excelente! O atendimento do Alfredo, um garçom simpaticíssimo e acolhedor. Nos ofereceu a Chincha e os maiz de entrada. Primeira vez que provamos a bebida fermentada, que vem desde os Incas, gostamos. Nos preparou um Pisco Sauer com uma espécie de maracujá fanático! E os pratos indicados não decepcionaram: uma alpaca acompanhada de 3 tipos de quinoa e um porco com batatas e uma espécie de pamonha. Muito bons! Até o triologia de sobremesas com frutos locais, que valem pela experiência de prova-los. A culinária Peruana, com o carinho deste povo gentil e acolhedor.

Indio Feliz, em Aguas Calientes: Excelente e envolvente! A decoração é algo! Cheio de histórias e memórias.

Museu del Pisco – Um simpático bar-restaurante-museu, onde tivemos uma aula sobre o Pisco. O bartender nos explicou sobre a história, o serviço, a elaboração e as curiosidades desta bebida. O lugar é lindo, um prédio histórico maravilhoso! A seleção de piscos é gourmet! Os pisco sours são excepcionais! Vale a experiência!

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Cafe del Museu Larco – em Lima… O lugar é lindo!

Central Restaurante –  Jantamos no Restaurante Central. O valor foi salgado, mas valeu a pena! O Pisco Sour deles é espetacular! Adoramos o Ceviche Caliente! O atendimento é cordial e muito elegante, sem perder a informalidade. O ambiente é muito bom e a decoração agradabilíssima. Adoramos ver a cozinha funcionando! Vale mencionar a cordialidade e genialidade do Chef Virgilio Martínez Veliz – proprietário do restaurante – que, ao saber pelo garçom de nossos elogios, veio cumprimentar-me e conversar sobre os vinhos brasileiros (que lá não chegam)!

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Vivências

Uma experiência que recomendo, após todas as caminhadas em Machu Picchu, é fazer uma massagem em Águas Calientes, há muitas massagistas que desenvolveram uma técnica que mistura diversos conhecimentos e que tornam a hora dedicada um momento de relaxamento.

“Volto pra casa
esquento café no fogão
tomo café brasileiro
e vejo futebol na televisão”

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